As mulheres têm se destacado cada vez mais no cenário do empreendedorismo brasileiro

As mulheres têm se destacado cada vez mais no cenário do empreendedorismo brasileiro Segundo informações do SEBRAE, as mulheres têm se destacado cada vez mais no cenário do empreendedorismo brasileiro. Dados recentes apontam que elas estão assumindo a liderança em diferentes segmentos de negócios, mostrando não apenas capacidade de gestão, mas também inovação e resiliência em um mercado competitivo. Além disso, observa-se que a presença feminina no empreendedorismo não se limita ao aumento no número de empresas abertas por mulheres, mas também à qualidade da condução desses negócios, com estratégias mais estruturadas e voltadas para o crescimento sustentável. Outro ponto relevante evidenciado pelo SEBRAE é que as mulheres donas de negócios apresentam, em média, um nível de escolaridade mais elevado do que os homens na mesma posição. Esse fator demonstra o empenho feminino em buscar capacitação e conhecimento como diferencial competitivo, refletindo em maior preparo para lidar com os desafios da gestão empresarial. Essa vantagem educacional contribui para uma tomada de decisão mais assertiva e para a adoção de práticas inovadoras, reforçando a importância da educação como ferramenta essencial para fortalecer o protagonismo das mulheres no empreendedorismo. Os infográficos apresentados reforçam, de forma clara e visual, a relevância das mulheres no universo do empreendedorismo e evidenciam suas conquistas, desafios e potencial de transformação. Mais do que números, esses dados traduzem histórias de coragem, inovação e superação que inspiram outras mulheres a trilhar seus próprios caminhos de liderança e autonomia. Acessar Infográfico Acessar Infográfico Regina Almeida Mãe, avó, escritora e psicóloga (CRP 01/22754), Maria Regina trilha uma jornada única que integra psicologia iniciática e sabedoria atemporal. Há mais de 30 anos, dedica-se à transformação pessoal e coletiva, com base em abordagens como a psicologia analítica de Carl Gustav Jung, a Fenomenologia Existencial e a Gestalt-terapia. Iniciada na Suprema Ordem de Aquarius (SOA), Regina transmite ensinamentos profundos sobre prosperidade, abundância e despertar espiritual. É fundadora e presidente do Instituto Tocar, criado em 1991, onde lidera grupos voltados ao desenvolvimento feminino, à reconciliação com o masculino, à realização do potencial humano e à construção de uma vida mais consciente e plena. Oferece atendimentos em grupo e personalizados, tanto presenciais quanto on-line. Atua também como consultora e desenvolve programas para o ambiente corporativo e instituições. É facilitadora da Formação de Terapeutas Integrativos, capacitando profissionais e multiplicadores sociais. Atualmente, coordena o projeto Tocar Sênior 60+, voltado ao bem-estar e à realização na maturidade. Contato WhatsApp 61 981721901 Confira outros Artigos do Blog Tocar Acessar todos os Artigos
Linha do Tempo da Evolução dos Direitos das Mulheres no Brasil

Linha do Tempo da Evolução dos Direitos das Mulheres no Brasil A trajetória das mulheres brasileiras em busca de igualdade de direitos é marcada por lutas, conquistas e resistências. Do período colonial às mobilizações contemporâneas, cada avanço foi resultado da coragem de mulheres que ousaram desafiar padrões sociais, culturais e políticos. A seguir, um panorama cronológico dos principais marcos dessa caminhada. Século XIX * 1827– Lei Imperial garante às meninas o direito à instrução primária, ainda que com currículos diferentes dos meninos. * 1879– Mulheres conquistam o direito de ingressar no ensino superior. * 1887– Rita Lobato Velho Lopes torna-se a primeira médica diplomada no Brasil. * 1888– Com a abolição da escravidão, mulheres negras conquistam formalmente a liberdade, mas permanecem marginalizadas social e economicamente. Início do Século XX * 1910– Leolinda de Figueiredo funda o Partido Republicano Feminino, abrindo espaço para a luta pelo voto feminino. * 1922– Nísia Floresta e outras intelectuais influenciam o movimento sufragista. Bertha Lutz lidera o movimento pelo direito ao voto. * 1932– O Código Eleitoral concede às mulheres o direito ao voto e à elegibilidade. Décadas de 1940 a 1970 * 1945– Brasil adere à ONU e à Carta das Nações Unidas, reconhecendo a igualdade entre homens e mulheres. * 1962– O Estatuto da Mulher Casada acaba com a tutela do marido sobre a esposa, permitindo que a mulher trabalhe sem autorização. * 1977– É aprovada a Lei do Divórcio, ampliando a autonomia das mulheres sobre suas relações conjugais. Décadas de 1980 e 1990 * 1985– Criação da primeira Delegacia da Mulher, em São Paulo. * 1988– A Constituição Federal reconhece a igualdade entre homens e mulheres em direitos e deveres, consolidando garantias de cidadania. * 1996– A Lei de Planejamento Familiar assegura o direito das mulheres à escolha de métodos contraceptivos. Anos 2000 * 2002– Novo Código Civil elimina conceitos patriarcais e reconhece a plena igualdade de direitos entre homens e mulheres na família. * 2006– Entra em vigor a Lei Maria da Penha, marco no combate à violência doméstica e familiar. * 2015– É sancionada a Lei do Feminicídio, que tipifica o assassinato de mulheres por razões de gênero como crime hediondo. Anos recentes * 2018– Alterações na Lei Maria da Penha ampliam medidas protetivas. * 2021– É aprovada a Lei que prevê prioridade para mulheres vítimas de violência em programas habitacionais. * 2022– Avanços no combate à violência política de gênero garantem maior proteção às mulheres na esfera eleitoral. Mulheres na Construção de Novas Realidades A evolução dos direitos das mulheres no Brasil é resultado de quase dois séculos de mobilização e resistência. Da educação ao direito ao voto, do divórcio às legislações de proteção contra a violência, cada conquista representa não apenas um avanço jurídico, mas sobretudo uma transformação cultural. Ainda há muitos desafios a superar — como a desigualdade salarial, a violência de gênero e a baixa representatividade política —, mas a linha do tempo mostra que os passos dados até aqui foram fundamentais para a construção de um futuro mais justo e igualitário. Hoje, as mulheres brasileiras seguem escrevendo novos capítulos dessa história. Em meio às adversidades, elas reafirmam sua força, criatividade e coragem ao ocupar espaços de liderança, empreender, educar e transformar realidades. Que cada conquista do passado sirva de inspiração para o presente e para o futuro, lembrando a todas as mulheres que sua voz, sua presença e sua luta têm poder de mover estruturas, abrir caminhos e iluminar o mundo com novas possibilidades de igualdade e dignidade. Ana Maria Freire de Andrade – Advogada Consultoria Jurídica com ênfase no Direito Administrativo e Contratual, atuação junto aos Tribunais incluindo TCU em prestação de contas – Assessoria parlamentar, atuando em processo legislativo no Senado e Câmara, atendimento em políticas públicas e formação projetos sociais para mulheres. Regina Almeida Mãe, avó, escritora e psicóloga (CRP 01/22754), Maria Regina trilha uma jornada única que integra psicologia iniciática e sabedoria atemporal. Há mais de 30 anos, dedica-se à transformação pessoal e coletiva, com base em abordagens como a psicologia analítica de Carl Gustav Jung, a Fenomenologia Existencial e a Gestalt-terapia. Iniciada na Suprema Ordem de Aquarius (SOA), Regina transmite ensinamentos profundos sobre prosperidade, abundância e despertar espiritual. É fundadora e presidente do Instituto Tocar, criado em 1991, onde lidera grupos voltados ao desenvolvimento feminino, à reconciliação com o masculino, à realização do potencial humano e à construção de uma vida mais consciente e plena. Oferece atendimentos em grupo e personalizados, tanto presenciais quanto on-line. Atua também como consultora e desenvolve programas para o ambiente corporativo e instituições. É facilitadora da Formação de Terapeutas Integrativos, capacitando profissionais e multiplicadores sociais. Atualmente, coordena o projeto Tocar Sênior 60+, voltado ao bem-estar e à realização na maturidade. Contato WhatsApp 61 981721901 Confira outros Artigos do Blog Tocar Acessar todos os Artigos
Mulheres Entre o Cuidado, a Exaustão e o Desejo de Viver

Mulheres Entre o Cuidado, a Exaustão e o Desejo de Viver As mulheres, ao longo da história, têm ocupado papéis centrais no cuidado, na sustentação da vida e nas transformações sociais. Contudo, essas funções muitas vezes as colocam em situações de sobrecarga emocional, invisibilidade e exaustão psíquica. A psicologia contemporânea permite compreender que essas experiências não são apenas individuais, mas atravessadas por questões sociais, culturais e de gênero. Assim, refletir sobre as travessias afetivas, profissionais e existenciais das mulheres é reconhecer suas lutas, mas também suas possibilidades de reinvenção. O conceito de travessia pode ser compreendido, na perspectiva psicológica, como um processo de transição e transformação. Jung (2011) já apontava que a jornada de individuação envolve enfrentar rupturas e integrar aspectos esquecidos de si mesma. Para muitas mulheres, as travessias afetivas representam o desafio de sustentar vínculos sem perder a autonomia emocional. No campo profissional, envolvem romper barreiras históricas de desigualdade e conquistar reconhecimento. No plano existencial, a travessia é atravessar crises de sentido, buscando reconexão com a própria essência. Mulheres que Cuidam e Exaustas de Sobreviver O cuidado é uma marca da experiência feminina. Carol Gilligan (1982), ao propor a ética do cuidado, destacou que as mulheres desenvolvem uma moralidade baseada na responsabilidade com o outro. Contudo, quando esse cuidado não inclui a si mesmas, instala-se um ciclo de esgotamento e adoecimento. Winnicott (1965) reforça que a função materna suficientemente boa só é possível quando a mulher também tem suporte para se cuidar, demonstrando a importância do equilíbrio entre oferecer e receber cuidado. A síndrome do esgotamento emocional, conhecida como burnout, não se restringe ao ambiente laboral, mas também se manifesta no excesso de funções invisíveis atribuídas às mulheres (Maslach&Leiter, 2016). O constante estado de alerta, de “dar conta de tudo”, gera a sensação de sobrevivência, mas não de vida plena. A psicologia humanista, em Rogers (1961), enfatiza que viver autenticamente requer condições de liberdade e autorrealização — algo que muitas mulheres buscam ao romper com o ciclo da mera sobrevivência. Mulheres em Transição O medo da mudança é um fenômeno natural e inerente aos processos de transição. Para a psicologia existencial, Kierkegaard (1844/2008) já apontava que a angústia pode ser também a “vertigem da liberdade”, um convite ao movimento. As mulheres, ao enfrentarem o dilema entre permanecer no mesmo lugar ou arriscar-se na travessia, vivenciam o paradoxo de que o medo pode ser paralisante, mas também motor de transformação. Como afirma Bachelard (1957/1994), o ato de atravessar exige coragem imaginativa, pois permanecer no mesmo lugar pode se tornar mais ameaçador do que o desconhecido. As mulheres em travessia carregam consigo não apenas dores, mas também a potência da reinvenção. A psicologia contribui para iluminar esse caminho ao reconhecer a necessidade do autocuidado, a legitimidade do cansaço e o direito ao desejo de viver plenamente. Assim, mais do que resistir, é fundamental que as mulheres possam existir com dignidade, leveza e liberdade, ressignificando o medo e transformando a exaustão em força criadora. Regina Almeida Psicóloga (CRP 01/22754), mãe, avó, escritora e facilitadora de jornadas de transformação. Com mais de 30 anos de atuação, sua caminhada integra a psicologia iniciática e saberes atemporais que unem mente, corpo, alma e espírito. Formada em Psicologia se fundamenta na visão Analítica (Gustav Jung), na Fenomenologia Existencial e Gestalt Terapia, oferecendo uma escuta profunda e integrativa. Iniciada na Suprema Ordem de Aquarius (SOA), compartilha ensinamentos voltados ao despertar espiritual, à prosperidade, à abundância e à realização do potencial humano. Fundadora do Instituto Tocar, desde 1998 atua com ações e projetos sociais. Também desde 1991, lidera grupos de desenvolvimento com foco na força do feminino, no masculino reconciliado, e na construção de vidas mais conscientes e plenas. Atua com atendimentos individuais e em grupo — tanto presenciais quanto on-line — e também desenvolve consultorias e programas para o ambiente corporativo e instituições sociais. É facilitadora da Formação de Terapeutas Integrativos, preparando profissionais e multiplicadores sociais comprometidos com o cuidado e a transformação do mundo. Confira outros Artigos do Blog Tocar Acessar todos os Artigos
Saúde da Mulher: Ciclos, Prevenções, Sexualidade e Autocuidado

Saúde da Mulher: Ciclos, Prevenções, Sexualidade e Autocuidado Cuidar da saúde é um ato de amor, e quando falamos da saúde da mulher, falamos de um universo cheio de ciclos, transformações e descobertas. O corpo feminino guarda a sabedoria da vida em cada fase: da menstruação à menopausa, da gravidez ao autoconhecimento, sempre em movimento e renovação. Entender esses processos, prevenir doenças, viver a sexualidade com respeito e liberdade e praticar o autocuidado são passos essenciais para uma vida plena e equilibrada. 1. Ciclos da Mulher O corpo da mulher funciona em ritmos que merecem ser respeitados. O ciclo menstrual, por exemplo, não é apenas um processo biológico, mas também um convite para olhar para si mesma. Já a gestação e o puerpério representam um mergulho profundo em novas experiências físicas e emocionais. A menopausa, por sua vez, longe de ser um fim, é uma etapa de sabedoria e liberdade, em que a mulher pode redescobrir novas formas de viver seu corpo e sua essência. Ciclo menstrual: dura em média 28 dias, mas pode variar entre 21 e 35 dias. Divide-se em: Menstruação: (eliminação do endométrio); Fase folicular: (preparo do óvulo); Ovulação: (liberação do óvulo); Fase lútea: (preparo para possível gravidez). Gravidez e puerpério: mudanças hormonais, emocionais e físicas. Climatério e menopausa: redução de estrogênio e progesterona, com sintomas como ondas de calor, alterações do sono, humor e metabolismo 2. Prevenções Prevenir é cuidar de si no presente para garantir saúde no futuro. Os exames de rotina, como o papanicolau e a mamografia, são aliados importantes. Vacinas, como a do HPV, protegem contra doenças silenciosas, mas perigosas. E não podemos esquecer: manter uma alimentação saudável, praticar atividades físicas, descansar e evitar hábitos prejudiciais, como o cigarro, são escolhas que fazem diferença todos os dias. Exames de rotina: Papanicolau (prevenção do câncer de colo do útero). Mamografia (rastreamento do câncer de mama). Exames de sangue e de saúde geral. Vacinas: HPV (importante na prevenção do câncer de colo uterino e verrugas genitais). Hepatite B e outras do calendário vacinal. Hábitos de vida: Alimentação balanceada. Atividade física regular. Evitar tabaco e excesso de álcool. 3. Sexualidade A sexualidade da mulher é fonte de prazer, conexão e autoestima. É também espaço de liberdade, onde cada uma pode viver suas escolhas de forma segura e respeitosa. Conhecer o próprio corpo, usar métodos contraceptivos quando necessário, proteger-se das infecções sexualmente transmissíveis e, sobretudo, respeitar seus desejos e limites são atitudes que fortalecem a autonomia. Viver a sexualidade com consciência é também viver com dignidade e amor-próprio. Autoconhecimento: entender o corpo, os desejos e os limites. Sexualidade saudável: Uso de métodos contraceptivos (pílula, DIU, camisinha, etc.). Prevenção de ISTs (uso do preservativo masculino e feminino). Liberdade e respeito nas escolhas sexuais. Aspectos emocionais: comunicação aberta com o(a) parceiro(a), autoestima e respeito. 4. Autocuidado O autocuidado é mais do que um hábito: é um gesto diário de amor. Inclui olhar para o corpo com atenção, realizar exames preventivos, praticar o autoexame das mamas, mas também cuidar do coração e da mente. Reservar um tempo para relaxar, cultivar hobbies, meditar, conversar com amigas, dormir bem e respeitar o próprio ritmo faz parte desse processo. Ao se colocar como prioridade, a mulher fortalece sua saúde e inspira outras a fazerem o mesmo. Saúde física: exames periódicos, higiene íntima adequada (sem excessos), atividade física. Saúde mental: cuidar das emoções, praticar relaxamento, terapia se necessário. Autopercepção: Autoexame das mamas. Atenção a sinais como sangramentos irregulares, dores persistentes, corrimentos diferentes. Rotina equilibrada: sono de qualidade, lazer, tempo para si mesma. A saúde da mulher é uma caminhada que envolve corpo, mente e espírito. Cada ciclo é uma oportunidade de renovação, cada prevenção é um cuidado com o futuro, cada escolha sexual é um ato de liberdade, e cada gesto de autocuidado é uma declaração de amor a si mesma. Quando a mulher se cuida, ela floresce — e sua força, delicadeza e equilíbrio reverberam em toda a sociedade. Cuidar-se é um direito, mas também é um presente. Que cada mulher possa reconhecer em si mesma um templo sagrado, merecedor de atenção, carinho e respeito. Autoria: Dra. Gabriela V. Freire Ginecologista-Obstetra Regina Almeida Mãe, avó, escritora e psicóloga (CRP 01/22754), Maria Regina trilha uma jornada única que integra psicologia iniciática e sabedoria atemporal. Há mais de 30 anos, dedica-se à transformação pessoal e coletiva, com base em abordagens como a psicologia analítica de Carl Gustav Jung, a Fenomenologia Existencial e a Gestalt-terapia. Iniciada na Suprema Ordem de Aquarius (SOA), Regina transmite ensinamentos profundos sobre prosperidade, abundância e despertar espiritual. É fundadora e presidente do Instituto Tocar, criado em 1991, onde lidera grupos voltados ao desenvolvimento feminino, à reconciliação com o masculino, à realização do potencial humano e à construção de uma vida mais consciente e plena. Oferece atendimentos em grupo e personalizados, tanto presenciais quanto on-line. Atua também como consultora e desenvolve programas para o ambiente corporativo e instituições. É facilitadora da Formação de Terapeutas Integrativos, capacitando profissionais e multiplicadores sociais. Atualmente, coordena o projeto Tocar Sênior 60+, voltado ao bem-estar e à realização na maturidade. Contato WhatsApp 61 981721901 Confira outros Artigos do Blog Tocar Acessar todos os Artigos